Este ano não foi nada de especial, tive mais momentos maus do que bons.
Notei que comecei a perder amizades, houve umas que acabaram e outras que andam por esse caminho. Nos momentos menos bons não tive ninguém que desse uma palavra amiga. Sei que é triste mas comecei a ser forte e a enfrentar o mundo sozinha.
A relação com os meus colegas de trabalho está insuportável, mas tento lidar com isso na perspectiva de saber como lidar com pessoas assim. Já que em qualquer lado que vá, vou apanhar pessoas tristes, sem valores éticos e estúpidas.
A pessoa que mais admirava desiludiu-me bastante neste ano e já não consigo admira-la.
Também fui enganada por pessoas e voltei-me apaixonar pela pessoa errada o que já não é nada de novo.
Mas também tive boas experiências, conheci novos lugares, por exemplo o Porto, fui a concertos, tornei-me vegetariana e fortaleci os meus laços familiares.
Acredito que os maus momentos sirvam para dar valor as pequenas coisas boas que acontecem-nos.
Por isso não considero assim tão mau o meu ano, aprendi novas lições até mesmo quando estava lá no fundo.
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sábado, 31 de dezembro de 2016
segunda-feira, 9 de maio de 2016
O momento foi-se
E pronto! Veio ela para estragar tudo o que ainda nem tinha começado com o rapaz. Aquele momento especial que fazia levantar-me de manhã com um sorriso na cara evaporou-se com o veneno da víbora. Ela contaminou-o! Agora o bom dia nunca vai soar tão especial, os olhares nunca vão ter aquele brilho e o até amanhã não vai ser unicamente para mim.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Sou tão ingénua
Como não julgo os outros e respeito a opinião de cada um penso que eles também fazem como eu. Mas é a pior coisa em que posso acreditar. Mesmo aceitando a opinião de cada um, eles não são capazes de aceitar a minha e atacam-me como se fossem os donos da razão.
sexta-feira, 3 de julho de 2015
Não sou daquelas pessoas que dão-se a conhecer facilmente. Não gosto que pessoas que não significam nada para mim conhecem o meu verdadeiro eu, porque assim sabem como magoar-me. Por isso, construí uma bolha invisível na qual sinto-me protegida e não deixo entrar qualquer um. Deixo só entrar aqueles que mostram que merecem conhecer-me, que merecem o meu afecto e a minha amizade.
Sou demasiada selectiva e desconfiada. Não confio nas pessoas facilmente, porque sei que a maioria delas são mesquinhas e não são aquilo que aparentam ser. Não gosto falar de mim, no qual leva-me a ter problemas de integração no trabalho. Estão todos para ali a falarem da vida deles e sobre eles mesmos e eu ali calada. Nem um comentário faço de mim própria! Mas assim sinto-me segura. Sinto que o importante está guardado dentro de mim e ninguém têm o direito de saber.
segunda-feira, 30 de março de 2015
Já nem sei o que hei-de acreditar
Ando aprender da pior maneira, que muitas vezes devo guardar as coisas só para mim mesma e não partilhar com mais ninguém. Guardar todos esses sentimentos às sete chaves e não abrir-me com ninguém. E deixar ir a negatividade e a frustração. Porque no final, só temos a nós próprios e mais ninguém! Temos que saber levantar-nos sozinhos quando a vida nos deita abaixo e aprender com os nossos erros e continuar a lutar. Porque mesmo que desabafamos com os nossos amigos, há sempre aquela tendência de deitar abaixo e de sermos mal interpretados. Por isso, estamos sozinhos à nossa mercê. Um abraço sincero pode dar força, mas já não acredito em abraços sinceros. Mas abraçar um animal que têm um amor incondicional por nós é mil vezes mais forte do que esses abraços que andam por aí.
segunda-feira, 23 de março de 2015
Lembranças do passado
Hoje encontrei-me sentada no local onde passávamos mais tempo juntos na faculdade. Há tanto tempo que não sentava-me ali para estudar. E hoje ao estar naquele local deu-me um aperto no coração e fui assaltada por um monte de recordações. Olhava para a porta à espera de ver-te entrar com o copo de água na mão, coisa que costumavas fazer muito. Olhava para o sítio onde encontravas-te sempre e via a tua imagem. Vi os teus amigos e a tua imagem voltou a reaparecer. Mesmo sabendo que nunca mais ias meter os pés naquele lugar, fui assombrada por estes pequenos pormenores. Até que respirei fundo e disse para mim mesma: "Isso tudo faz parte do passado, agora estou no presente.". Ignorei as lembranças e foquei-me no artigo que tinha para estudar. E foi assim que consegui combater os meus demónios interiores.
domingo, 22 de março de 2015
A minha desgraça!
Bem, hoje tive que ir às compras porque precisava de renovar o meu armário por causa do estágio. Não posso andar vestida como andava. Tenho que ir toda pipi e com um ar mais profissional. E como não estamos em época de saldos, já devem imaginar que os preços não devem estar nada amigáveis. E depois ainda temos aquelas empregadas super atenciosas, que quase obrigam uma pessoa a comprar aquela peça de roupa mesmo já tendo ouvido não mil vezes. É tão chato! Eu gosto de entrar na loja e ver o que agrada-me e se precisar de ajuda eu peço. Agora, virem logo chatear e a querer impingir logo uma peça que custa os olhos da cara, isso é que não!
E hoje o meu rico ordenado foi quase todo, isto de trabalhar em escritórios que andam todos pipis é demais. Ao principio, foi estranho de mudar assim radicalmente de visual mas até que soube bem. Sinto-me mais crescida, não que já não fosse, mas sinto que estou a tornar-me mais adulta e madura.
E hoje o meu rico ordenado foi quase todo, isto de trabalhar em escritórios que andam todos pipis é demais. Ao principio, foi estranho de mudar assim radicalmente de visual mas até que soube bem. Sinto-me mais crescida, não que já não fosse, mas sinto que estou a tornar-me mais adulta e madura.
E aqui ficam alguns looks que agradam-me!
segunda-feira, 16 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
Post deprimente
Hoje estou naqueles dias em que apetece-me isolar de tudo e de todos. O dia não correu lá muito bem para o meu lado. O estágio não está a correr bem. E cada vez mais, sinto-me contra o mundo inteiro. Começo a ter um ódio tremendo aquelas pessoas que pensei que eram minhas amigas e que contei muito da minha vida. Começo a odiar-me por esperar mais das pessoas e de desiludir-me. Começo a sentir-me em baixo só por pedir ajuda com as coisas no estágio e dizem-me, pesquisa na net. Como se não o tivesse feito e só me fazem sentir ainda mais inútil. Detesto aqueles olhares que mandam-me por fazer só uma pergunta como se fosse alguém que não esforça-se. As pessoas fazem-me sentir uma incompetente que não sou capaz de nada. Cada vez sinto-me que não tenho ninguém a não ser os meus pais.
domingo, 22 de fevereiro de 2015
As aparências enganam
Rapaz muito espantado: Tu gostas de metallica?
Eu: Sim, porquê?
Rapaz: Não tens estilo disso.
É engraçado como as pessoas tem uma perspectiva totalmente diferente do que realmente sou.
PS: O gajo deve ter pensado que encontrou o seu par perfeito porque agora está a convidar-me para ir beber um café.
Eu: Sim, porquê?
Rapaz: Não tens estilo disso.
É engraçado como as pessoas tem uma perspectiva totalmente diferente do que realmente sou.
PS: O gajo deve ter pensado que encontrou o seu par perfeito porque agora está a convidar-me para ir beber um café.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Coisas que me afligem
Há coisas que fazem-me pensar que estou a fazer grandes progressos e outras que fazem-me voltar à estaca zero.
Só de pensar que um dia ele vai pertencer a outra, dá-me logo uma agonia no peito.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Das amizades
Sempre pensei que tivesse bons amigos até chegar aquele momento em que precisei deles e mostraram que não eram assim tão bons amigos como julgava.
domingo, 8 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Happy
Com o exame de recurso mesmo aí à porta e como não sabia a nota, resolvi passar a tarde a estudar, não vá o diabo a tecê-las e dar-me uma surpresa má. E mesmo assim, estar a estudar e sem saber se passei na primeira fase, deu-me uma agonia enorme. E por fim, há minutos esta agonia foi-se. Saíram as notas e passei!!! Nem imaginam o peso enorme que saiu-me das costas. Estou tão feliz por ter conseguido passar a um cadeirão destes.
O primeiro semestre ficou já tudo limpinho, agora falta o segundo.
Aos poucos e poucos as coisas estão a encaixar-se, passei ao cadeirão e fiz um bom trabalho no meu estágio. Até agora as coisas estão a correr bem.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
2014
Bem, este ano foi um ano atribulado, cheio de emoções fortes!
Fui operada, não consegui acabar a licenciatura, fui à minha primeira entrevista de emprego, apanhei uma desilusão com o rapaz, fiz um tratamento forte por causa do meu problema de saúde e por consequência anda cair-me o cabelo todo, comecei a estagiar e cometi loucuras das quais arrependo-me profundamente.
Esses foram os pontos mais altos deste ano. Não considero que tenha sido um bom ano mas também não acho que foi mau de todo. Tive momentos infelizes e momentos felizes, mas isso faz parte da vida, os momentos menos bons não duram para sempre, como acontece também com os momentos bons, nada é eterno.
Neste ano fiz coisas que não deveria ter feito e arrependo-me, mas já está feito e agora não há nada a fazer. Resta-me enfrentar as consequências e seguir em frente. Ninguém é perfeito e todos cometemos erros. Eu cometi os meus e aprendi com eles. E acho que isso é o que é mais importante.
Espero que o ano 2015 tenha muitas coisas boas. E vai ser já nesse ano que vou terminar uma etapa e começar outra nova.
Fui operada, não consegui acabar a licenciatura, fui à minha primeira entrevista de emprego, apanhei uma desilusão com o rapaz, fiz um tratamento forte por causa do meu problema de saúde e por consequência anda cair-me o cabelo todo, comecei a estagiar e cometi loucuras das quais arrependo-me profundamente.
Esses foram os pontos mais altos deste ano. Não considero que tenha sido um bom ano mas também não acho que foi mau de todo. Tive momentos infelizes e momentos felizes, mas isso faz parte da vida, os momentos menos bons não duram para sempre, como acontece também com os momentos bons, nada é eterno.
Neste ano fiz coisas que não deveria ter feito e arrependo-me, mas já está feito e agora não há nada a fazer. Resta-me enfrentar as consequências e seguir em frente. Ninguém é perfeito e todos cometemos erros. Eu cometi os meus e aprendi com eles. E acho que isso é o que é mais importante.
Espero que o ano 2015 tenha muitas coisas boas. E vai ser já nesse ano que vou terminar uma etapa e começar outra nova.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Diferente
Quase todos vêm-me como se fosse algo de outro mundo, algo
fora do normal. Todos acham-me diferente, por simplesmente não ter os mesmos
gostos que eles têm. A sociedade gosta de ditar que para seres feliz precisas
seguir um protótipo. Precisas de gostar o que a maioria gosta e de fazer o que
a maioria faz, se não o fizeres, és considerado diferente. E sinto isso na
pele. Tantas vezes as pessoas tentam dizer-me “Não podes ser assim!”. E
perguntou-me, porquê? Porquê que não posso ser como eu sou? Porquê que tenho
que ser igual aos outros? Não consigo perceber.
Não sei qual o mal de ser diferente, de ter gostos diferentes, de ter opiniões
diferentes.
Confesso que construí uma barreira invisível que mantém-me uma certa distância
dos outros, não deixo os outros entrar assim tão facilmente. Prefiro ficar
sozinha dentro da minha barreira de protecção do que deixar os outros entrar.
Isso pode ter-me afastado muito dos outros, pode ter sido isso, a razão de não
ser uma faladora nata. De não conseguir exprimir-me pela fala. Sim a minha
comunicação não é das melhores, muitas vezes pareço uma retardada a falar. Mas
verdade é que desde pequena nunca fui muito faladora, fui sempre reservada. Parece
que já está-me no sangue. E nunca gostei muito das interacções sociais, gosto
de falar com as pessoas, mas só com aquelas que fazem-me sentir à vontade e que
sei que não estão a julgar-me. Com essas pessoas falo pelos cotovelos e nunca
mais paro. Enquanto com outras, que nem sequer conheço, nem digo um piu. Isso é
umas das razões pelo que acham-me diferente.
Depois vêm os gostos, não sou aquela pessoa que gosta de sair à noite como
muitos jovens o fazem. Sou daquelas que prefere ficar em casa do que ir sair
para beber uns copos ou para conviver. E sinto-me bem assim e não sei porque
raio os outros não conseguem ver isso. Só por não gostar de álcool já sou vista
de lado e muitos querem que comece a gostar só porque sim.
Mas eu sou assim, não gosto do sabor do álcool, não gosto de café (só com leite
ou chocolate), não gosto de sair à noite e não sou uma pessoa sociável como
muitos o são. E isso faz-me parecer um bicho raro, algo do outro mundo.
Acredito que há muita gente por aí, igual a mim ou com gostos semelhantes aos
meus. Não devo ser a única ave rara.
Mas é triste que a sociedade tente mudar aquilo que nós somos.
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