terça-feira, 30 de dezembro de 2014

2015

Desejo a todos umas boas entradas para amanhã e que 2015 seja um ano cheio de coisas boas.

2014

Bem, este ano foi um ano atribulado, cheio de emoções fortes!
Fui operada, não consegui acabar a licenciatura, fui à minha primeira entrevista de emprego, apanhei uma desilusão com o rapaz, fiz um tratamento forte por causa do meu problema de saúde e por consequência anda cair-me o cabelo todo, comecei a estagiar e cometi loucuras das quais arrependo-me profundamente.
Esses foram os pontos mais altos deste ano. Não considero que tenha sido um bom ano mas também não acho que foi mau de todo. Tive momentos infelizes e momentos felizes, mas isso faz parte da vida, os momentos menos bons não duram para sempre, como acontece também com os momentos bons, nada é eterno.
Neste ano fiz coisas que não deveria ter feito e arrependo-me, mas já está feito e agora não há nada a fazer. Resta-me enfrentar as consequências e seguir em frente. Ninguém é perfeito e todos cometemos erros. Eu cometi os meus e aprendi com eles. E acho que isso é o que é mais importante.

Espero que o ano 2015 tenha muitas coisas boas. E vai ser já nesse ano que vou terminar uma etapa e começar outra nova.

É isso!


segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

É fácil julgar os outros, mandar bocas para o ar sem saber de nada. Sem saber da vida que o outro leva, de saber o que realmente é estar na pele dele. Cada um tem o seu caminho a percorrer e cada um tem os seus obstáculos.

Só falsidade

Hoje no escritório houve uma discussão entre duas colegas. Uma delas era aquela tipa que no outro dia meteu-me numa pilha de nervos, a S. E a outra vou retrata-la por C.
Depois da discussão ter acabado e de cada uma ter ido para o seu cantinho, houve uma terceira mulher, a I, que foi falar com a C para falar mal da S.
Depois da C ter saído do escritório, a I foi falar com a S para falar mal da C.

domingo, 28 de dezembro de 2014

"Fechar os olhos não muda nada. As coisas não desaparecem pelo simples facto de não as estares a ver. Pelo contrário. Da próxima vez que abrires os olhos, revelar-se-ão ainda piores." - Haruki Murakami (Kakfa à beira-mar)