segunda-feira, 30 de março de 2015

Palavras para ele


Vejo que andas feliz sem mim, já nem sequer deves lembrar de quem eu sou. Fizeste-me sofrer tanto e confesso que lá no fundo queria que provasses do teu próprio veneno, mas estás feliz. Tudo parece-te correr às mil maravilhas. E eu sinto-me que estou na miséria, que nada corre-me bem. Tento enganar a mim própria e fingir que estou bem mas no fundo sei que não estou. Sinto saudades tuas mas tu não. Depois do mal que fizeste-me ainda sinto algo, se calhar o problema sou eu, que não consigo meter isto para trás das costas e seguir em frente. Tento ignorar tudo e todos ao máximo, mas não está a resultar, ando a tentar a reconstruir a minha vida mas não está a ser nada fácil. Sinto-me perdida a caminhar sem destino.

A tentar melhorar a minha vida


Já nem sei o que hei-de acreditar


Ando aprender da pior maneira, que muitas vezes devo guardar as coisas só para mim mesma e não partilhar com mais ninguém. Guardar todos esses sentimentos às sete chaves e não abrir-me com ninguém. E deixar ir a negatividade e a frustração. Porque no final, só temos a nós próprios e mais ninguém! Temos que saber levantar-nos sozinhos quando a vida nos deita abaixo e aprender com os nossos erros e continuar a lutar. Porque mesmo que desabafamos com os nossos amigos, há sempre aquela tendência de deitar abaixo e de sermos mal interpretados. Por isso, estamos sozinhos à nossa mercê. Um abraço sincero pode dar força, mas já não acredito em abraços sinceros. Mas abraçar um animal que têm um amor incondicional por nós é mil vezes mais forte do que esses abraços que andam por aí.

domingo, 29 de março de 2015

Esta música tem algo de maravilhoso!

Devaneios


Na sexta-feira calhou-me ouvir a conversa entre os meus coordenadores sobre mim. E óbvio que não disseram pontos positivos. O que deixou-me bastante em baixo. Disseram que eu sou aquilo e aquilo, que ainda não integrei-me e por minha culpa. Isso tudo, por ser demasiada quieta e de não falar. Confesso, não sou uma pessoa muito faladora, muitos podem estar ali a falar da vida deles e a contarem aquilo deles e eu nem um piu digo! É algo que sinto que tenho que mudar, mas não consigo falar em grupo, se tiver só com uma pessoa, ainda consigo desenrascar-me agora em grupo, que parecem umas matracas e nunca mais se calam, não consigo entrar na conversa. E por causa disso, já dizem que eu sou aquilo e aquilo!


quinta-feira, 26 de março de 2015


Riem-se pelas minhas costas mas se elas soubessem o que penso delas não iam achar tanta piada.