"Onde há uma entrada tem de existir uma saída. As coisas foram concebidas desse modo, são assim mesmo." - Haruki Murakami em Flíper, 1973
Mostrar mensagens com a etiqueta Haruki Murakami. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Haruki Murakami. Mostrar todas as mensagens
domingo, 14 de julho de 2019
domingo, 12 de julho de 2015
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Haruki Murakami
Não sei se já repararam o quanto adoro este escritor. Há algo na escrita dele que me fascina, que me faz sentir algo cá dentro. Cada frase que leio envolve-me numa tranquilidade imensa e que consegue fazer-me esquecer um mau dia. É uma sensação na qual não consigo explicar, nem consigo exprimir por palavras. E não é só isso que faz-me adora-lo. Consigo facilmente sentir uma ligação com as personagens. Temos tanto em comum. O facto de a maioria das personagens gostarem passar o tempo sozinhas na companhia de um bom livro e a ouvir música, faz com que se consiga criar um laço invisível, entre eu e elas. E o mundo fantástico que só ele consegue elaborar é algo transcendente. Aquele mundo que parece tão realístico e faz pensar que aquilo poderia muito bem em existir.
Pode haver outros escritores melhores do que ele, mas para mim o melhor de sempre será ele.
Tenho outros escritores que também gosto muito, mas não conseguem fazer-me sentir aquilo que ele faz-me sentir.
Haruki consegue escrever a rotina diária de uma personagem sem parecer enfadonha. E faz-me querer experimentar coisas que nunca passaram pela cabeça. Por exemplo, na históra do 'Sono' no livro o Elefante Evapora-se, faz-me querer conduzir durante a noite e ouvir jazz ou música clássica, enquanto atravesso a escuridão das ruas. Faz-me querer experimentar estas emoções todas. Agora pareço uma maluquinha que perdeu o juízo todo. Mas há algo nele que fascina-me e que me faz admira-lo.
Ainda não li os livros todos, mas dos que li não desapontaram-me.
E pronto, fica aqui um desabafo de uma fã doida.
E vocês já leram Murakami e gostaram?
sábado, 21 de fevereiro de 2015
"A maioria da pessoas olha para os gatos e pensa que bela vida que levam e que não fazemos mais nada senão passar a vida ao sol, de papo para o ar, sem ter de levantar um dedo. Mas a vida de um gato não é assim tão idílica, nem perto nem de longe. Os gatos são criaturas fracas e indefesas que facilmente se magoam. Não temos uma carapaça como as tartarugas, nem asas como os pássaros. Não podemos fazer uma cova na terra e desaparecer por ali dentro como as toupeiras nem mudar de cor como o camaleão. O mundo não faz ideia da quantidade de gatos que todos os dias são torturados, muitos deles acabando por conhecer um fim trágico." - Haruki Murakami (Kakfa à beira-mar)
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
"Um compositor surdo é como um cozinheiro que perdeu o paladar. Um sapo que perdeu a sua membrana. Um camionista com a carta apreendida. Isso é uma coisa que deixa qualquer um sem saber o que fazer. Mas Beethoven não se foi a baixo. Claro que deve ter tido os seus momentos de depressão, ao ser apanhado de surpresa, mas não deixou que o infortúnio se atravessasse no seu caminho. «Um problema?», deve ter ele pensado. «Que problema?» Começou a compor ainda mais e saiu-se ainda com melhores composições. Tenho uma grande admiração pelo sujeito." - Haruki Murakami (Kafka à beira-mar)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
"Mentes limitadas, desprovidas de imaginação. Intolerância, teorias desfasadas da realidade, terminologia barata, ideias dogmáticas, sistemas rígidos, essas é que são as coisas que realmente me assustam. É isso que eu mais temos e mais detesto nesta vida. Claro que a questão de saber o que está certo e o que está errado é muito importante. Todos nós cometemos erros de julgamento que podem eventualmente ser corrigidos. Desde que tenhamos coragem para reconhecer que errámos, as coisas podem compor-se. Agora, espíritos tacanhos e intolerantes, sem imaginação, são como parasitas que transformam o hospedeiro, mudam de forma, sobrevivem e vingam. São uma causa perdida, e eu não quero vê-los aqui por perto." - Haruki Murakami (Kafka à beira-mar)
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
domingo, 28 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
"- ... Até mesmo os encontros fortuitos.... como é o resto da frase?
- São fruto do destino.
- É isso mesmo. Mas o que é que isso significa?
- Que todas as coisas na vida são determinadas por uma vida anterior. Que neste mundo não há coincidências e que até as coisas mais insignificantes não acontecem por acaso." - Haruki Murakami (Kafka à beira-mar)
- São fruto do destino.
- É isso mesmo. Mas o que é que isso significa?
- Que todas as coisas na vida são determinadas por uma vida anterior. Que neste mundo não há coincidências e que até as coisas mais insignificantes não acontecem por acaso." - Haruki Murakami (Kafka à beira-mar)
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
domingo, 19 de outubro de 2014
domingo, 7 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
domingo, 24 de agosto de 2014
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Frase #2
"Nunca chegaremos a lado nenhum se baixarmos os braços e deixarmos que nos ataquem." - Haruki Murakami (1Q84)
Subscrever:
Comentários (Atom)

