domingo, 23 de julho de 2017

Trabalhar numa multinacional não é assim tão bom como muitos podem pensar. 
Pelo menos estou a ter uma experiência horrível.

domingo, 2 de julho de 2017

Sistema

Muitos de nós acordam todos os dias para ir trabalhar, fazer algo de que não se gosta ou porque o que se gosta não dá dinheiro para viver. 
Temos contas para pagar e com a crise em que estamos submetemos ao que não gostamos. Muitos trabalham mais do que 8 horas por dia. 
Andamos deprimidos e com porcarias de comprimidos em cima. 
E o que fazemos enquanto a isso? Nada. É assim a vida! É esse o nosso pensamento. 
Levantamos de manhã vamos trabalhar, convivemos com pessoas que não gostamos, chegamos a casa estafados com as tarefas domésticas para fazer, tomar conta de uma família e quando finalmente deitamos, estamos cansados e verificamos que nem um minuto durante o dia todo tivemos para nós.
Nem sequer um minuto conseguimos retirar para nos mimar. Mas o que importa agora? Estamos cansados e só queremos dormir. Amanhã será um novo dia. Mas será exactamente igual aos dias anteriores. 
Quando dermos por ela já passou uma semana, um mês ou um ano talvez. 
Não vemos nada de diferente no nosso dia a dia. Limitamos a encher os bolsos a uns para irem de férias para as Maldivas, para terem uma casa na Ericeira junto ao mar. Enquanto nós que fartamos trabalhar e muitas vezes o nosso trabalho nem é recompensado e reconhecido apenas ficamos a contar tostões para pagar as contas. 
Há quem receba pelas horas extras, pelos fins de semana, mas e esse dinheiro? Consegues comprar uma casa à beira-mar? Se sim, consegues ter tempo para observar o mar a partir da tua varanda? Consegues aproveitar cada momento da tua vida? Claro que não! Passas o tempo todo a trabalhar.
Quando dermos por ela, vemos que não estamos a viver, simplesmente existimos.
Para quê trabalhar fins-de-semana se nem um minuto temos para nós mesmos? Para fazer aquilo que realmente gostamos. 
Depois ficamos deprimidos e o dinheiro que custou tanto a ganhar com tanto sacrifício vai parar a psicólogos e em medicamentos. 
Quando dermos por ela, já somos pessoas de idade sem vontade ou forças para viver a vida. 
Estamos esgotados de tantos anos a trabalhar num sistema que não quer saber de nós. 
Se olharmos para trás verificamos que não vivemos. Não vivemos uma vida digna, não realizamos os nossos sonhos, não fomos conhecer aquele país que tanto gostamos de conhecer. A vida passou a frente dos nossos olhos e não aproveitamos. Porque tivemos inseridos no sistema. 
E o que fizemos? O que podemos fazer para sair deste ciclo vicioso? Nada! É o que a sociedade diz.
A sociedade dita-nos como devemos viver. Manda em nós como se fosse dona da nossa vida. Diz os caminhos que devemos seguir e os caminhos a não seguir. Por isso, fazemos coisas que não queremos e no final de uma vida inteira só resta o arrependimento.
Será que dá para fugir ao sistema que nos impinge a alma? SIM! Conseguimos fugir só que temos que ir pelos caminhos em que a sociedade diz que é perigoso. Temos que arriscar e seguir os nossos sonhos. O que importa não é o dinheiro que conseguimos fazer, nem o estatuto de um emprego, o que realmente importa nesta vida é sermos felizes e viver a vida e não apenas existir. 
Fujam do sistema! Revoltem-se! Não deixem que isso consuma-vos a vossa sanidade mental. 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Auto-Ajuda

Todos conhecem aqueles famosos livros que são uns best-sellers e fazem render muito dinheiro a quem os escrevem. E a maioria das vezes são olhados de lado e só são tretas. Pois bem, venho aqui confessar-me que rendi-me a um desses livros e mudei a minha perspectiva. Não são assim um bicho de setes cabeças como muitos o pintam ou que estão cheios de bondega. Encontrei verdades que precisava de ouvir, outras perspectivas de ver a vida e no fundo só fez-me bem. É como se fosse uma voz amiga que ali tivesse a dizer as coisas que necessitamos ouvir, só coisas positivas. Eu rendi-me e aconselho a todos  também a renderem-se e deixarem entrar pensamentos positivos na vossa vida. E recomendo a começarem por este aqui:


Pode parecer que estou a dar uma tanga autêntica, mas não. A autora deste livro fez-me ver que temos sempre duas escolhas quando deparamos com um problema, ou entramos em pânico e estamos sujeitos a que dê-nos um fanico ou mete-mos para trás das costas e encaramos a situação com calma.  Muitas vezes, o bicho papão que pensamos que existe na realidade não existe. É essa prespectiva que precisava de ouvir, que o desconhecido não é assim tão assustador como pensamos, pode ser algo maravilhoso. Rendem-se a este livro e deixem-se levar pelo pensamento positivo. Se fez-me bem certamente também irá fazer bem a vocês. Deixem-se levar e sejam felizes.

domingo, 7 de maio de 2017

Passou-se uma semana e foi a coisa mais horrível de sempre. Deixou-me num estado de ansiedade e de pânico. Todos os dias de manhã sinto um aperto no coração, farto-me de chorar. Não foi isto que quis para a minha vida. Deixei que outros fizessem o que eles achavam o que era melhor para mim. Mas o que eles acham que é o melhor para mim está a ser uma tortura mental. O que eles dizem que é o melhor deixa-me num estado de pânico e de ansiedade. Não consigo dormir, passo os dias a chorar, não consigo comer e dizem que essa experiência é a melhor para mim. Enquanto sei que no fundo só estou a dar cabo de mim mesma. Foi culpa minha por ter deixado eles intrometerem-se no meu futuro. Não sei quanto tempo vou conseguir aguentar.